Evolução de Versionamento de Código: GIT
Segunda-feira, 27 de outubro de 2008 por AkitaOnRails
Uma coisa que não é mais sequer discutível é: todo projeto de software, independente do tamanho, precisa de um sistema de versionamento de código. Isso é imperativo. Mesmo com apenas um desenvolvedor, controlar as revisões, versões e modificações no projeto não é algo que se possa considerar opcional.
O problema seguinte é: qual sistema de versionamento? A maioria dos desenvolvedores hoje está acostumado com CVS, Subversion ou mesmo Microsoft SourceSafe. Eles ajudam, com certeza, mas felizmente hoje sabemos que é possível fazer muito melhor, na realidade, ordens de grandeza melhor.
Linus Torvalds, o pai da kernel Linux, tinha esse problema: como controlar as colaborações de código vindas de centenas de programadores ao redor do mundo? No começo o controle era essencialmente manual, com pedaços de código sendo inseridos e testados manualmente. É um sistema altamente trabalhoso e que com o tempo tende a ser impossível. Logo no começo ele decidiu que não usaria nem CVS, nem Subversion. Resolveu optar por BitKeeper, um sistema essencialmente diferente por ser DISTRIBUÍDO. Essa é a palavra-chave. Mas nem ele era perfeito (além de ser comercial, o que irritou muitos da comunidade). Por isso, Linus olhou novamente o mercado e, na opinião dele, não havia nenhuma opção aceitável, portanto ele mesmo resolveu desenvolver seu próprio sistema de versionamento distribuído, de onde nasceu o GIT.
Não perca nosso WebCast no dia 7 de novembro, onde pretendo dar um resumo sobre as funcionalidades do GIT.
